Após 16 anos, sonho da comunidade Vila União, na região SUl de Bom Jardim, começa a virar realidade

 

A Prefeitura Municipal de Bom Jardim iniciou neste semestre a construção de escolas que irão beneficiar a região sul de Bom Jardim, as primeiras com obras avançadas estão no povoado Vila União, que sonha com a obra há 16 anos, e inclusive já foi tema de matéria no Jornal Nacional. Outro benefício importante, é a chegada da eletrificação rural, que deve ser concluído ainda este ano.

A Prefeita Cristiane Varão, professora, ver como prioridade o avanço da educação, foram várias escolas reformadas em sua gestão, algumas reconstruídas praticamente. Agora nessa etapa de construção, o benefício vai chegar ande não tinha chegado antes.

A notícia é bastante comemorada pela Vereadora Vânia Alcântara, que atua na região sul e seu assessor Francinaldo da Silva, que acompanham as obras das escolas e também da eletrificação rural.

Segundo cronograma da prefeitura serão construídas 5 escolas nessa primeira etapa na região sul, sendo elas:

Emeb Lago Verde – Povoado Mutum 3
Emeb Edosn Lobão – Povoado Brejo da Iuma
Emeb Bom Jesus -Povoado Novo Jardim (Miril)
Emeb Pedreira Vital – Povoado Vila União
Emeb – Povoado Rio dos Bois

VILA UNIÃO:

Em 2016, escola foi tema do Jornal Nacional

 

Na epoca, o Jornal Nacional noticiou para todo o Brasil, o caso da Vila União, região sul de Bom Jardim, mostrando a estrutura precária da escola improvisada.

“O teto é de palha, as paredes são de barro e as duas únicas salas são divididas apenas por uma lona. Ali estão alunos da 6ª à 9ª séries do ensino fundamental, estudando juntos. O piso é de terra batida. Também não há energia elétrica, refeitório ou cozinha para preparar e servir o lanche das crianças. A escola não tem sequer um banheiro de verdade: o que tem é um cercado de palha”. Mostrou o repórter Alex Escobrar.

“[Gostaria de] uma escola que tenha banheiro, tenha um repertório para fazer a merenda, a zeladora”, diz a aluna Nilza Castro.

Até os adultos que querem retomar os estudos enfrentam muita dificuldade. Como as aulas são à noite, eles têm de usar lanternas para conseguir enxergar a lição. O lampião a gás não é suficiente para clarear a sala e cada um traz sua própria luz.

“Tem que ser no escuro, enfrentando essa lanterninha. Para ver como é a nossa vida, o nosso sofrimento. Nosso dia-a-dia não é fácil”, relata o agricultor José Matos.

A obra tem previsão de inauguração ainda neste ano.

www.obomja.com

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